Prefeitura inicia nova etapa do Orçamento Participativo e busca aproximar governo das associações de moradores
VOLTA REDONDA
Em uma movimentação voltada à aproximação do governo municipal com as comunidades, o prefeito Antonio Francisco Neto reuniu, na tarde desta quarta-feira, 7, presidentes de associações de moradores de Volta Redonda para discutir as prioridades de investimentos nos bairros. O encontro, realizado no auditório do Palácio 17 de Julho, integra uma nova etapa do Orçamento Participativo e coloca as lideranças comunitárias no centro da definição das demandas que deverão ser consideradas pelo município.
Durante as reuniões realizadas para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), as comunidades tiveram a oportunidade de apresentar as principais necessidades de seus bairros. Agora, o processo entra em uma nova etapa. A proposta é que cada associação, a partir das demandas já apresentadas, indique aquelas consideradas mais urgentes e importantes para a comunidade. Com isso, a prefeitura poderá estabelecer prioridades e planejar os investimentos de acordo com as necessidades apontadas pelos próprios moradores.
“Quem vive no bairro conhece de perto suas necessidades. Nosso compromisso é ouvir, dialogar e trabalhar para transformar essas demandas em melhorias para a população. Nem sempre é possível fazer tudo ao mesmo tempo e, por isso, estabelecer prioridades junto com as comunidades é tão importante”, afirmou o prefeito Neto.
O Orçamento Participativo é um instrumento de gestão democrática que aproxima a população das decisões do Poder Público. Mais do que receber reivindicações, o processo permite que as comunidades participem da construção das prioridades para os investimentos municipais, contribuindo para um planejamento mais próximo da realidade de cada região da cidade.
Para a secretária municipal de Planejamento, Transparência e Modernização da Gestão, Cora Peixoto, a participação das associações é essencial para que o planejamento público tenha cada vez mais conexão com a vida das pessoas.
“Planejar uma cidade começa por saber ouvir. Nós já percorremos uma primeira etapa, reunindo e organizando as demandas apresentadas pelas comunidades. Agora queremos dar um passo adiante: ouvir de cada bairro o que precisa ser tratado como prioridade. O Orçamento Participativo é justamente isso: construir junto, com diálogo, responsabilidade e respeito às escolhas da população”, destacou Cora.
A iniciativa também reconhece o papel das associações de moradores como importantes canais de diálogo entre as comunidades e o Poder Público. São elas que acompanham de perto o cotidiano dos bairros e ajudam a identificar as necessidades que mais impactam a vida dos moradores.
Com a definição das prioridades, a Seplag dará continuidade ao trabalho de organização e planejamento das demandas, em articulação com as demais secretarias municipais, considerando a viabilidade e a capacidade de execução de cada intervenção.