O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou, nesta segunda-feira (2), a liminar que mantinha o rapper Oruam em liberdade e determinou o retorno do artista à prisão.
Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, foi preso em julho de 2025 após ser indiciado por crimes como tráfico e associação para o tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele também responde por tentativa de homicídio contra policiais.
Em setembro, o STJ havia substituído a prisão por medidas cautelares, incluindo uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e comparecimento à Justiça.
No entanto, a Corte decidiu negar definitivamente o habeas corpus após constatar o descumprimento das condições impostas.
Segundo a decisão, a tornozeleira eletrônica apresentou 28 falhas de funcionamento em apenas 43 dias, principalmente durante a noite e aos fins de semana, o que comprometeu a fiscalização judicial.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou, nesta segunda-feira (2), a liminar que mantinha o rapper Oruam em liberdade e determinou o retorno do artista à prisão.
Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, foi preso em julho de 2025 após ser indiciado por crimes como tráfico e associação para o tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele também responde por tentativa de homicídio contra policiais.
Em setembro, o STJ havia substituído a prisão por medidas cautelares, incluindo uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e comparecimento à Justiça.
No entanto, a Corte decidiu negar definitivamente o habeas corpus após constatar o descumprimento das condições impostas.
Segundo a decisão, a tornozeleira eletrônica apresentou 28 falhas de funcionamento em apenas 43 dias, principalmente durante a noite e aos fins de semana, o que comprometeu a fiscalização judicial.
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Um jovem foi flagrado por câmeras de segurança agr*dindo um idoso em situação de rua em Barra Mansa, no Sul Fluminense.
As imagens, que passaram a circular nas redes sociais, mostram uma cena de extrema viol*ncia e geraram revolta entre moradores da cidade.
O episódio não se trata de brincadeira nem de “conteúdo” para a internet. A agressão é um ato de covardia e configura crime. A vítima, já em condição de vulnerabilidade social, foi atacada de forma injustificável.
O caso reacende o alerta para a viol*ncia contra pessoas em situação de rua e a necessidade de responsabilização dos envolvidos. Especialistas e autoridades reforçam que esse tipo de atitude não pode ser normalizado.
A orientação é que qualquer pessoa que presencie situações semelhantes acione imediatamente as autoridades e faça a denúncia.
O silêncio contribui para a impunidade e para a repetição desse tipo de crime.
Um jovem foi flagrado por câmeras de segurança agr*dindo um idoso em situação de rua em Barra Mansa, no Sul Fluminense.
As imagens, que passaram a circular nas redes sociais, mostram uma cena de extrema viol*ncia e geraram revolta entre moradores da cidade.
O episódio não se trata de brincadeira nem de “conteúdo” para a internet. A agressão é um ato de covardia e configura crime. A vítima, já em condição de vulnerabilidade social, foi atacada de forma injustificável.
O caso reacende o alerta para a viol*ncia contra pessoas em situação de rua e a necessidade de responsabilização dos envolvidos. Especialistas e autoridades reforçam que esse tipo de atitude não pode ser normalizado.
A orientação é que qualquer pessoa que presencie situações semelhantes acione imediatamente as autoridades e faça a denúncia.
O silêncio contribui para a impunidade e para a repetição desse tipo de crime.
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Um homem de nacionalidade angolana tem chamado atenção de quem passa pela BR-232 ao caminhar de Caruaru até Recife, em Pernambuco. O trajeto, feito a pé, ganhou repercussão nas redes sociais e nas ruas por carregar um forte simbolismo político.
De acordo com relatos divulgados online, a iniciativa surgiu como uma forma de “anular” uma promessa feita anteriormente por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teriam caminhado de Recife até Caruaru em apoio à soltura do político.
Em resposta, o angolano decidiu refazer o percurso no sentido contrário, classificando o gesto como um cancelamento simbólico daquela manifestação.
Durante a caminhada em direção à capital pernambucana, ele tem sido visto por motoristas e moradores da região, despertando curiosidade e debates sobre protestos, simbolismos políticos e a polarização no país.
Reprodução | Rede Social: migueldafonseca
Um homem de nacionalidade angolana tem chamado atenção de quem passa pela BR-232 ao caminhar de Caruaru até Recife, em Pernambuco. O trajeto, feito a pé, ganhou repercussão nas redes sociais e nas ruas por carregar um forte simbolismo político.
De acordo com relatos divulgados online, a iniciativa surgiu como uma forma de “anular” uma promessa feita anteriormente por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teriam caminhado de Recife até Caruaru em apoio à soltura do político.
Em resposta, o angolano decidiu refazer o percurso no sentido contrário, classificando o gesto como um cancelamento simbólico daquela manifestação.
Durante a caminhada em direção à capital pernambucana, ele tem sido visto por motoristas e moradores da região, despertando curiosidade e debates sobre protestos, simbolismos políticos e a polarização no país.
Reprodução | Rede Social: migueldafonseca
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Em decisão polêmica publicada, o juiz federal Frederico Montedonio Rego, da 7ª Vara Federal do RJ, manteve o cancelamento da pensão por morte de um homem trans, filho de ex-militar.
Nascido mulher, ele recebia o benefício vitalício como filha após a morte da mãe em 2016 – regra exclusiva para filhas mulheres de militares, sem limite de idade.
Fez histerectomia, remoção de seios e alterou documentos para masculino, mas alegou ser “biologicamente mulher”. O juiz rejeitou: reconhecer pensão violaria sua identidade de gênero.
Caso reacende debate sobre direitos trans e benefícios militares. O que você acha? 👇 #DireitosTrans
Em decisão polêmica publicada, o juiz federal Frederico Montedonio Rego, da 7ª Vara Federal do RJ, manteve o cancelamento da pensão por morte de um homem trans, filho de ex-militar.
Nascido mulher, ele recebia o benefício vitalício como filha após a morte da mãe em 2016 – regra exclusiva para filhas mulheres de militares, sem limite de idade.
Fez histerectomia, remoção de seios e alterou documentos para masculino, mas alegou ser “biologicamente mulher”. O juiz rejeitou: reconhecer pensão violaria sua identidade de gênero.
Caso reacende debate sobre direitos trans e benefícios militares. O que você acha? 👇 #DireitosTrans
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Um ônibus pegou fogo na tarde desta segunda-feira (02) na Avenida Presidente Vargas, uma das principais vias do Centro do Rio de Janeiro. O veículo, pertencente à empresa Trel, foi rapidamente tomado pelas chamas.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o coletivo em chamas, com uma densa fumaça preta se espalhando pela avenida e chamando a atenção de pedestres e motoristas.
O incêndio causou reflexos no trânsito, com lentidão e interdições momentâneas na região.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e atuou no combate ao fogo. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos. As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda serão investigadas pelas autoridades.
Um ônibus pegou fogo na tarde desta segunda-feira (02) na Avenida Presidente Vargas, uma das principais vias do Centro do Rio de Janeiro. O veículo, pertencente à empresa Trel, foi rapidamente tomado pelas chamas.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o coletivo em chamas, com uma densa fumaça preta se espalhando pela avenida e chamando a atenção de pedestres e motoristas.
O incêndio causou reflexos no trânsito, com lentidão e interdições momentâneas na região.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e atuou no combate ao fogo. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos. As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda serão investigadas pelas autoridades.
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Um bebê de apenas 11 meses morreu após ser atacado por um cachorro da raça pitbull no quintal de uma casa, no município de Socorro, no interior de São Paulo. O caso chocou moradores da cidade.
De acordo com as informações iniciais, o animal pertencia ao padrasto da criança e permanecia solto no local no momento do ataque. O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro, mas, ao chegar à residência, o bebê já estava sem vida.
As circunstâncias do ocorrido devem ser apuradas pelas autoridades competentes. O caso reacende o alerta sobre os cuidados necessários na convivência entre crianças pequenas e animais de grande porte.
Um bebê de apenas 11 meses morreu após ser atacado por um cachorro da raça pitbull no quintal de uma casa, no município de Socorro, no interior de São Paulo. O caso chocou moradores da cidade.
De acordo com as informações iniciais, o animal pertencia ao padrasto da criança e permanecia solto no local no momento do ataque. O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro, mas, ao chegar à residência, o bebê já estava sem vida.
As circunstâncias do ocorrido devem ser apuradas pelas autoridades competentes. O caso reacende o alerta sobre os cuidados necessários na convivência entre crianças pequenas e animais de grande porte.
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