Em uma tentativa de reduzir os impactos do aumento no preço dos combustíveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na segunda-feira (25), um decreto que cria um subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e terá validade de dois meses.
De acordo com o governo federal, o objetivo é amenizar os efeitos da alta nos preços para o consumidor final. O repasse do benefício será feito diretamente a produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o valor do subsídio foi calculado para reduzir o impacto imediato do reajuste no mercado de combustíveis. Segundo ele, a medida “deve ser suficiente para amortecer o choque de preços no combustível”.
Em uma tentativa de reduzir os impactos do aumento no preço dos combustíveis, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na segunda-feira (25), um decreto que cria um subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e terá validade de dois meses.
De acordo com o governo federal, o objetivo é amenizar os efeitos da alta nos preços para o consumidor final. O repasse do benefício será feito diretamente a produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o valor do subsídio foi calculado para reduzir o impacto imediato do reajuste no mercado de combustíveis. Segundo ele, a medida “deve ser suficiente para amortecer o choque de preços no combustível”.
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Um grave acidente chamou a atenção de motoristas que passavam pela RJ-125, na região de Arcádia, no início da serra de Miguel Pereira, na manhã do último sábado (23).
De acordo com relatos iniciais, uma caminhonete teria perdido o controle e caído de uma ponte, parando dentro de um rio às margens da rodovia.
Pouco depois, um Fiat Mobi também acabou despencando no mesmo trecho, aumentando a gravidade da ocorrência e causando apreensão entre moradores e condutores que trafegavam pela região.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre vítimas, nem detalhes divulgados pelas autoridades sobre o que teria provocado os acidentes. Equipes de resgate e órgãos responsáveis foram acionados para atender a ocorrência e apurar as circunstâncias do caso.
Um grave acidente chamou a atenção de motoristas que passavam pela RJ-125, na região de Arcádia, no início da serra de Miguel Pereira, na manhã do último sábado (23).
De acordo com relatos iniciais, uma caminhonete teria perdido o controle e caído de uma ponte, parando dentro de um rio às margens da rodovia.
Pouco depois, um Fiat Mobi também acabou despencando no mesmo trecho, aumentando a gravidade da ocorrência e causando apreensão entre moradores e condutores que trafegavam pela região.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre vítimas, nem detalhes divulgados pelas autoridades sobre o que teria provocado os acidentes. Equipes de resgate e órgãos responsáveis foram acionados para atender a ocorrência e apurar as circunstâncias do caso.
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O relatório da PEC que propõe o fim da escala 6x1 prevê que os trabalhadores passem a ter direito a dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos, mas sem obrigatoriedade. O texto foi apresentado nesta segunda-feira (25) pelo relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
A proposta estabelece que a jornada semanal de trabalho seja reduzida de 44 para 42 horas dois meses após a promulgação da emenda constitucional. Após 12 meses, a carga horária cairia para 40 horas semanais, sem redução salarial.
Segundo o relatório, empresas e categorias terão prazo de 60 dias para renegociar acordos e convenções coletivas adaptando as novas regras. Após esse período, acordos que prevejam jornadas acima de 42 horas perderão validade.
O texto também mantém espaço para negociações específicas de setores como saúde, aviação e trabalho embarcado, que possuem escalas diferenciadas, como o modelo.
A expectativa é que a proposta seja votada ainda esta semana na Câmara dos Deputados. Depois disso, a PEC seguirá para análise do Senado.
O relatório da PEC que propõe o fim da escala 6x1 prevê que os trabalhadores passem a ter direito a dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos, mas sem obrigatoriedade. O texto foi apresentado nesta segunda-feira (25) pelo relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
A proposta estabelece que a jornada semanal de trabalho seja reduzida de 44 para 42 horas dois meses após a promulgação da emenda constitucional. Após 12 meses, a carga horária cairia para 40 horas semanais, sem redução salarial.
Segundo o relatório, empresas e categorias terão prazo de 60 dias para renegociar acordos e convenções coletivas adaptando as novas regras. Após esse período, acordos que prevejam jornadas acima de 42 horas perderão validade.
O texto também mantém espaço para negociações específicas de setores como saúde, aviação e trabalho embarcado, que possuem escalas diferenciadas, como o modelo.
A expectativa é que a proposta seja votada ainda esta semana na Câmara dos Deputados. Depois disso, a PEC seguirá para análise do Senado.
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Uma praticante de parapente sobreviveu após ser atingida por uma avioneta durante um voo na região de Pinzgau, na Áustria, no último sábado (23). O acidente envolveu uma aeronave modelo Cessna 172 e foi registrado pela própria vítima em vídeo, que viralizou nas redes sociais.
A esportista, identificada como Sabrina, de 44 anos, teve parte do equipamento destruído após a colisão em pleno ar. Apesar do impacto, ela conseguiu acionar o paraquedas reserva e realizar um pouso de emergência em segurança. Segundo relatos, a mulher sofreu apenas hematomas e contusões leves.
O piloto da avioneta também conseguiu pousar sem ferimentos no aeroporto de Zell am See. À polícia austríaca, ele afirmou que não conseguiu evitar a colisão. O caso aconteceu em uma área conhecida pela prática de esportes aéreos e segue sendo investigado pelas autoridades locais.
Nas redes sociais, Sabrina classificou o episódio como seu “segundo aniversário”. O vídeo do acidente provocou debates sobre segurança e compartilhamento do espaço aéreo entre aeronaves e praticantes de parapente.
Uma praticante de parapente sobreviveu após ser atingida por uma avioneta durante um voo na região de Pinzgau, na Áustria, no último sábado (23). O acidente envolveu uma aeronave modelo Cessna 172 e foi registrado pela própria vítima em vídeo, que viralizou nas redes sociais.
A esportista, identificada como Sabrina, de 44 anos, teve parte do equipamento destruído após a colisão em pleno ar. Apesar do impacto, ela conseguiu acionar o paraquedas reserva e realizar um pouso de emergência em segurança. Segundo relatos, a mulher sofreu apenas hematomas e contusões leves.
O piloto da avioneta também conseguiu pousar sem ferimentos no aeroporto de Zell am See. À polícia austríaca, ele afirmou que não conseguiu evitar a colisão. O caso aconteceu em uma área conhecida pela prática de esportes aéreos e segue sendo investigado pelas autoridades locais.
Nas redes sociais, Sabrina classificou o episódio como seu “segundo aniversário”. O vídeo do acidente provocou debates sobre segurança e compartilhamento do espaço aéreo entre aeronaves e praticantes de parapente.
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais neste sábado (24) para rebater rumores de que haveria um grupo político ligado a ela atuando contra uma possível candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro.
Em publicação no Instagram, Michelle compartilhou uma manchete sobre a crise envolvendo o Banco Master e escreveu de forma direta: “Eu não tenho grupos”.
Na sequência, ela afirmou integrar “um movimento que influencia pessoas de bem a estarem na política”, destacando que a iniciativa é guiada por “valores inegociáveis”. A declaração foi interpretada como uma resposta às informações de que o desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria ampliado divergências internas entre aliados do senador e pessoas próximas da ex-primeira-dama.
Os atritos dentro do campo bolsonarista ganharam força após o ex-presidente Jair Bolsonaro sinalizar preferência pelo nome de Flávio para uma futura disputa ao Palácio do Planalto. Nos bastidores, Michelle vinha sendo apontada como uma liderança insatisfeita com a condução do processo sucessório.
Integrantes do Partido Liberal também enxergam Michelle Bolsonaro como um nome de peso eleitoral, especialmente pela forte influência entre o eleitorado evangélico e o público feminino.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou as redes sociais neste sábado (24) para rebater rumores de que haveria um grupo político ligado a ela atuando contra uma possível candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro.
Em publicação no Instagram, Michelle compartilhou uma manchete sobre a crise envolvendo o Banco Master e escreveu de forma direta: “Eu não tenho grupos”.
Na sequência, ela afirmou integrar “um movimento que influencia pessoas de bem a estarem na política”, destacando que a iniciativa é guiada por “valores inegociáveis”. A declaração foi interpretada como uma resposta às informações de que o desgaste envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria ampliado divergências internas entre aliados do senador e pessoas próximas da ex-primeira-dama.
Os atritos dentro do campo bolsonarista ganharam força após o ex-presidente Jair Bolsonaro sinalizar preferência pelo nome de Flávio para uma futura disputa ao Palácio do Planalto. Nos bastidores, Michelle vinha sendo apontada como uma liderança insatisfeita com a condução do processo sucessório.
Integrantes do Partido Liberal também enxergam Michelle Bolsonaro como um nome de peso eleitoral, especialmente pela forte influência entre o eleitorado evangélico e o público feminino.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende defender o endurecimento — e até o fim de parte das plataformas de apostas online — durante a campanha eleitoral de 2026.
A declaração ocorre mesmo após o governo federal regulamentar o setor e ampliar a arrecadação com impostos sobre as chamadas bets.
De acordo com dados do governo, as empresas de apostas recolheram R$ 3,1 bilhões em tributos apenas nos quatro primeiros meses deste ano. Em 2025, a arrecadação total com o segmento chegou a R$ 9 bilhões.
Durante entrevista concedida na última semana, Lula declarou que sempre teve posição contrária às apostas online, mas explicou que sancionou a regulamentação sob a promessa de que haveria fiscalização rigorosa e medidas de proteção aos usuários.
Segundo o presidente, a intenção agora é discutir restrições mais severas ao funcionamento das plataformas que, na avaliação dele, não oferecem benefícios ao país.
“Se depender da vontade do presidente da República, eu vou defender durante a campanha o fim de todas aquelas bets que não estão prestando nenhum serviço de utilidade ao Brasil”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende defender o endurecimento — e até o fim de parte das plataformas de apostas online — durante a campanha eleitoral de 2026.
A declaração ocorre mesmo após o governo federal regulamentar o setor e ampliar a arrecadação com impostos sobre as chamadas bets.
De acordo com dados do governo, as empresas de apostas recolheram R$ 3,1 bilhões em tributos apenas nos quatro primeiros meses deste ano. Em 2025, a arrecadação total com o segmento chegou a R$ 9 bilhões.
Durante entrevista concedida na última semana, Lula declarou que sempre teve posição contrária às apostas online, mas explicou que sancionou a regulamentação sob a promessa de que haveria fiscalização rigorosa e medidas de proteção aos usuários.
Segundo o presidente, a intenção agora é discutir restrições mais severas ao funcionamento das plataformas que, na avaliação dele, não oferecem benefícios ao país.
“Se depender da vontade do presidente da República, eu vou defender durante a campanha o fim de todas aquelas bets que não estão prestando nenhum serviço de utilidade ao Brasil”, afirmou.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou neste domingo (24) o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra. Com a decisão, ela continuará presa e já foi transferida para uma penitenciária no interior de São Paulo.
Deolane foi detida na última quinta-feira (21), durante a Operação Vérnix, deflagrada para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC.
A ofensiva policial teve grande impacto financeiro: ao todo, foram bloqueados R$ 357 milhões em contas bancárias e bens ligados aos investigados, além da apreensão de 39 veículos de luxo.
As investigações também atingem Giliard, filho adotivo da influenciadora. De acordo com os investigadores, ele teria movimentado aproximadamente R$ 11 milhões, mesmo sem possuir emprego formal. À Receita Federal, no entanto, declarou renda de apenas R$ 32 mil.
A defesa de Deolane afirma que seguirá recorrendo da decisão e trabalha em novas estratégias jurídicas para tentar garantir a liberdade da influenciadora nos próximos dias.
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou neste domingo (24) o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra. Com a decisão, ela continuará presa e já foi transferida para uma penitenciária no interior de São Paulo.
Deolane foi detida na última quinta-feira (21), durante a Operação Vérnix, deflagrada para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC.
A ofensiva policial teve grande impacto financeiro: ao todo, foram bloqueados R$ 357 milhões em contas bancárias e bens ligados aos investigados, além da apreensão de 39 veículos de luxo.
As investigações também atingem Giliard, filho adotivo da influenciadora. De acordo com os investigadores, ele teria movimentado aproximadamente R$ 11 milhões, mesmo sem possuir emprego formal. À Receita Federal, no entanto, declarou renda de apenas R$ 32 mil.
A defesa de Deolane afirma que seguirá recorrendo da decisão e trabalha em novas estratégias jurídicas para tentar garantir a liberdade da influenciadora nos próximos dias.
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