AGULHAS NEGRAS
O pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes, cumpriu agenda nesta quarta-feira, 29, em cidades da Região das Agulhas Negras. Ele passou por Resende, Itatiaia, Quatis e Porto Real, onde se reuniu com lideranças políticas, vereadores e representantes locais.
Durante as visitas, Paes afirmou que o estado enfrenta três grandes desafios: a crise político-institucional, a necessidade de reorganização das forças de segurança e a retomada do crescimento econômico. Segundo ele, é preciso reestruturar a segurança pública com integração entre órgãos, uso de tecnologia e maior articulação com o sistema de Justiça, além de ações diretas no combate ao crime organizado.
O pré-candidato também destacou a importância do equilíbrio fiscal, com revisão de despesas e renegociação de dívidas, além da criação de um ambiente mais favorável para atrair investimentos. “Não tem solução mágica. Dá trabalho, leva tempo, mas é possível reverter o cenário e fazer o Rio voltar a crescer”, afirmou.
Na área de segurança, Paes chamou atenção para a presença de facções criminosas na região e defendeu ações mais efetivas do Estado. Ele também mencionou problemas de infraestrutura, como o impacto do tráfego na Via Dutra e a desigualdade no acesso ao saneamento básico entre os municípios.
Ao falar sobre o potencial do Sul Fluminense, destacou a importância estratégica da região. “Aqui é uma das áreas com maior capacidade de crescimento no estado, com turismo forte, indústria consolidada e localização privilegiada. Com incentivos e melhorias logísticas, é possível atrair mais empresas e gerar empregos”, disse.
Em Resende, a reunião foi organizada pelo vice-prefeito Davi do Esporte, pré-candidato a deputado estadual, juntamente com alguns vereadores. Lá, ouviu manifestações de apoio de lideranças locais, que destacaram a expectativa por mudanças no cenário estadual.
O pré-candidato também reforçou que as visitas têm como objetivo ouvir a população. “Tenho ido às cidades para escutar quem vive e trabalha nelas. Boa política começa com diálogo”, afirmou.

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