Encontro com os ACS de Pinheiral e estudantes do UniFOA abordaram temas como a coleta correta de dados nos cadastros dos usuários do SUS (Foto – Divulgação)
Pinheiral – Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de Pinheiral participaram de mais uma capacitação realizada no auditório da Prefeitura, dando continuidade às ações de Educação Permanente promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde. A atividade contou com a participação de acadêmicos do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda), por meio do projeto PET-Saúde Equidade – Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com instituições de ensino superior, voltada à qualificação dos serviços de saúde por meio da integração entre ensino e serviço.
O PET-Saúde Equidade tem como objetivo principal promover ações que fortaleçam a Atenção Primária à Saúde, com foco na equidade, na inclusão social e na valorização da diversidade.
No encontro com os ACS de Pinheiral, os estudantes dos cursos de Medicina, Nutrição, Enfermagem, Educação Física e Direito abordaram temas fundamentais, como a importância da coleta correta de dados nos cadastros dos usuários do SUS, especialmente no que diz respeito a informações sensíveis, como orientação sexual e identidade de gênero.
A discussão ganhou ainda mais relevância por acontecer justamente durante a Semana do Orgulho LGBTI+, período dedicado à promoção do respeito, da visibilidade e dos direitos da população LGBTI+. A capacitação reforçou a importância de um atendimento acolhedor e livre de preconceitos no âmbito da saúde pública.
A responsável pela Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde, Rafaela Roquini, destacou os impactos da atividade:
“A capacitação contínua dos nossos agentes é essencial para que o atendimento à população seja cada vez mais humanizado e eficiente. Essa troca com os acadêmicos do PET-Saúde contribui diretamente para o aprimoramento do trabalho em campo, especialmente em temas que exigem sensibilidade e empatia”, afirmou.
Os agentes comunitários de saúde presentes na atividade avaliaram a iniciativa como extremamente importante para o aprimoramento do trabalho em campo. Para eles, estar preparado para lidar com diferentes realidades e saber como abordar temas sensíveis com respeito e empatia é essencial para oferecer um atendimento mais humanizado e inclusivo à população.