Fremdschämen
Difícil não sentir vergonha alheia da tentativa de trend do deputado estadual Guilherme Schleder fazendo uma escalação de uma seleção de políticos.
Fremdschämen II
Diz que se faz o diabo por votos, mas aí é demais.
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Crise de imagem
Mais uma vez, a Alerj foi ligada diretamente a crimes, desta vez pelo presidente Lula, que disse que, no lugar de Ricardo Couto, a Alerj escolheria um miliciano.
Crise de imagem II
Exageros à parte, é o que está na cabeça da população. O correto seria Douglas Ruas fazer uma bela pesquisa qualitativa e preparar a mudança de imagem da Casa.
Comissionados
Por falar em Alerj, eles têm 77 cargos comissionados por deputado. Talvez estejam precisando de um Ricardo Couto lá.
Quem quer dinheiro?
Presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o deputado Douglas Ruas apresentou um projeto de lei para obrigar empresas públicas e privadas a aceitarem pagamento em dinheiro em todo o estado. A proposta deve começar a ser votada nos próximos dias.
Quem quer dinheiro? II
A ideia vem para rebater a decisão da Prefeitura do Rio de não aceitar mais dinheiro nos coletivos da capital. Além disso, Douglas Ruas quis acenar para trabalhadores informais, falando que o avanço tecnológico é importante, mas não pode “criar barreiras para pessoas em situação de vulnerabilidade e outros grupos”.
Quem quer dinheiro? III
Para dar uma resposta à resposta, o grupo de Paes já considera questionar o motivo dessa defesa do dinheiro nos ônibus e quem estaria interessado nisso, tentando colocar a oposição em uma situação delicada, tendo que explicar supostos apoios ocultos.
Quem quer dinheiro? VI
Além disso, na campanha para governador, Paes quer bater na tecla de que municipalizou o BRT, enquanto o adversário pode estar do lado dos grandes, famosos e controversos empresários dos ônibus do Rio de Janeiro.
Quem lê tanta notícia
Ainda nesse tema do fim do dinheiro nos ônibus da cidade, a Prefeitura publicou no Diário Oficial, semana passada, que bancas de jornal terão máquinas para carregar os cartões Jaé.
Quem lê tanta notícia II
O problema é que os donos de bancas de jornais, através do sindicato dos jornaleiros, estão dizendo que não foram informados nem consultados antes dessa decisão. Os antigos responsáveis por vender as notícias ficaram vendidos sem essa informação.