17/04/2026 03:09

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Alerj marca eleição para presidente em meio a impasse sobre sucessão no Estado

ESTADO
A eleição para a presidência da Alerj foi marcada para esta sexta-feira, às 11h, em sessão extraordinária que será realizada em formato híbrido. A definição ocorreu nesta quarta-feira (15), durante reunião do colégio de líderes, que terminou sem consenso — foram nove votos favoráveis à realização imediata do pleito e seis contrários, que defendiam aguardar decisão do STF.

O impasse ocorre em meio às incertezas sobre a sucessão no governo do estado. Em março, após a saída de Cláudio Castro, a Alerj chegou a eleger Douglas Ruas como presidente da Casa, mas a votação foi posteriormente anulada pela Justiça por irregularidades no processo.

A discussão no STF envolve justamente a definição da forma de escolha do próximo governador: se por eleição indireta, quando os deputados estaduais escolhem o nome para o mandato tampão até 31 de dezembro de 2026, ou por eleição direta, com participação da população.

Ainda nesta quarta-feira, o deputado Luiz Paulo ingressou com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro tentando suspender a nova eleição. O argumento é que o presidente eleito da Alerj passa a integrar a linha sucessória do governo e poderia assumir o comando do estado interinamente.

DISPUTA ABERTA

Embora Douglas Ruas seja apontado como um dos principais nomes, a eleição não deve ter candidatura única. O PSOL já indicou que lançará candidato próprio, enquanto, no grupo político ligado ao ex-prefeito Eduardo Paes, o nome cotado é o do deputado Vitor Júnior.

NOVA COMPOSIÇÃO

Outro fator que impacta o cenário político é a recente mudança na composição da Casa. Após a homologação da retotalização dos votos pelo TRE-RJ, o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto, do PL, assumiu como deputado titular.

A recontagem foi necessária após a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Ele renunciou um dia antes do julgamento e foi declarado inelegível por oito anos, acusado de abuso de poder político e econômico ao utilizar estruturas públicas, como a Fundação Ceperj e a Uerj, durante o período eleitoral.

 


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